O Papa: Advento, esperar o Senhor com alegria mesmo em meio às tribulações

“Erguei-vos e levantai a cabeça porque é justamente nos momentos em que tudo parece estar acabado que o Senhor vem para nos salvar; esperá-lo com alegria mesmo em meio às tribulações, nas crises da vida e nos dramas da história”, exortou o Papa comentando a liturgia desde I Domingo do Advento, em preparação para o Natal do Senhor
Papa no Angelus: libertar a fé dos laços com o dinheiro

“Ela fica sem nada, mas encontra em Deus o seu tudo. Ela não teme perder o pouco que tem, porque tem confiança no muito de Deus, que multiplica a alegria de quem dá. Eis então que Jesus a propõe como mestra de fé: não vai ao Templo para colocar em dia a consciência, não reza para ser vista, não ostenta a sua fé, mas dá com o coração, com generosidade e gratuidade.”
O Papa: a Palavra de Deus deve ser “ruminada”, deve atingir todos os âmbitos da vida

Francisco disse na alocução que precedeu a oração do Angelus, que a Palavra de Deus “deve ressoar, ecoar dentro de nós. Quando há este eco interior, significa que o Senhor habita no coração”.
Papa: pedir tudo a Jesus, pois Ele tudo pode

“Quando a fé é viva, a oração é sincera: não mendiga trocados, não se reduz às necessidades do momento. A Jesus, que tudo pode, deve ser pedido tudo. Ele não vê a hora para derramar sua graça e sua alegria em nossos corações”.
Angelus: a lógica de Cristo é descer do pedestal para servir

No Angelus com milhares de fiéis na Praça São Pedro, Francisco explicou a diferença dos verbos emergir e imergir segundo a lógica de Cristo. “A busca do prestígio pessoal pode se tornar uma doença do espírito”, advertiu.
A fé sem dom e gratuidade é como um jogo sem gol, diz o Papa no Angelus

“Um teste sobre a nossa fé”: assim o Papa comentou o Evangelho deste 28° Domingo do Tempo Comum, ao rezar com os fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro o Angelus dominical.
Refugiados afegãos entre os apelos do Papa no Angelus

Atento aos acontecimentos ao redor do mundo, o Papa pediu que os refugiados afegãos possam “viver com dignidade em paz e em fraternidade”. Francisco também felicitou os judeus pelas festas que se aproximam, em particular o Ano Novo Judaico, rezou pelas vítimas da tempestade Ida nos Estados Unidos e recordou Santa Madre Teresa de Calcutá e o “serviço heroico” das Missionárias da Caridade.
Angelus: culpar tudo e todos é perder tempo. Purificar é derrotar o mal dentro de nós

É tempo de purificar: este é o convite do Papa Francisco. “Se olharmos dentro de nós, encontraremos quase tudo aquilo que detestamos fora.” Que Maria, então, purifique nosso coração, superando o vício de culpar os outros e de reclamar de tudo.
Papa: nenhum doente fique só. Sistema de saúde gratuito e acessível a todos

Da janela do seu apartamento no décimo andar da Policlínica, rodeado por crianças enfermas, o Papa acenou aos fiéis presentes na pequena praça que fica na entrada da estrutura e dali fez uma breve meditação sobre o Evangelho do dia, destacando de modo especial uma frase de Jesus aos discípulos: “curavam numerosos doentes, ungindo-os com óleo” (Mc 6,13).
O Papa: acreditar no poder suave e extraordinário da oração

Na oração mariana do Angelus deste domingo (20), o Papa Francisco falou sobre o texto do Evangelho de Marcos no qual Jesus com os discípulos no barco, acalmou a tempestade. No texto, os discípulos são deixados levar pelo medo, assustados, olhando as violentas ondas e ficam perplexos ao ver Jesus, na popa, dormindo sobre um travesseiro. E gritam-lhe: “Mestre, não te importa que pereçamos?”.
