A fé sem obras é morta

A fé sem obras é morta! Todos nós batizados, somos enviados para missão. Podemos até, não cumprir aquilo que Deus nos pede, mas não nos esquecemos que para cada ação existe uma reação.

Papa: “uma fé que não nos põe em crise é uma fé em crise”

Na manhã desta sexta-feira (21/01) o Papa Francisco recebeu os participantes da Assembleia Plenária da Congregação para a Doutrina da Fé. O Papa iniciou seu discurso comunicando que iria partilhar com os presentes algumas reflexões, agrupando-as em torno de três palavras: dignidade, discernimento e fé.

Papa no Angelus: libertar a fé dos laços com o dinheiro

“Ela fica sem nada, mas encontra em Deus o seu tudo. Ela não teme perder o pouco que tem, porque tem confiança no muito de Deus, que multiplica a alegria de quem dá. Eis então que Jesus a propõe como mestra de fé: não vai ao Templo para colocar em dia a consciência, não reza para ser vista, não ostenta a sua fé, mas dá com o coração, com generosidade e gratuidade.”

O Papa: recebemos de Deus a graça de nos tornarmos seus filhos para viver no amor

Quando se chega à fé, a Lei esgota o seu valor propedêutico e deve dar lugar a outra autoridade. ”Far-nos-á bem perguntarmo-nos se ainda vivemos no período em que precisamos da Lei, ou se estamos bem conscientes de que recebemos a graça de nos tornarmos filhos de Deus para viver no amor”, disse o Papa na catequese da audiência geral desta quarta-feira (18/08), ao falar sobre o valor propedêutico da Lei, segundo o ensinamento do Apóstolo São Paulo

O Papa: acreditar no poder suave e extraordinário da oração

Na oração mariana do Angelus deste domingo (20), o Papa Francisco falou sobre o texto do Evangelho de Marcos no qual Jesus com os discípulos no barco, acalmou a tempestade. No texto, os discípulos são deixados levar pelo medo, assustados, olhando as violentas ondas e ficam perplexos ao ver Jesus, na popa, dormindo sobre um travesseiro. E gritam-lhe: “Mestre, não te importa que pereçamos?”.

O Papa: a pobreza não é fruto do destino, é consequência do egoísmo

Ao falar da dignidade e da riqueza que os pobres podem nos dar o Papa recorda: “Os pobres ensinam-nos frequentemente a solidariedade e a partilha. É verdade que são pessoas a quem falta algo e por vezes até muito, se não mesmo o necessário; mas não falta tudo, porque conservam a dignidade de filhos de Deus que nada e ninguém lhes pode tirar”.